Capítulo 14
Ao pensar na corrida de carros desta noite, e em poder ver novamente tia Sofia vestindo suas roupas tão estilosas, Ana se animou novamente.
Depois de se trocar, ela pegou o celular e deu uma olhada.
Logo, suas sobrancelhas se franziram.
Normalmente, quando ela mandava mensagem para tia Sofia, recebia uma resposta bem rápido. Mas hoje, ela já havia terminado de se arrumar e Sofia ainda não havia respondido.
Será que tia Sofia estava brava com ela?
Pensando nisso, Ana se apressou e enviou uma mensagem para Sofia:
[Tia Sofia, o que aconteceu? Você está brava? Tia Sofia, você sabe que eu não gosto que minha mãe me leve para a escola, você sabe que eu prefiro ir com você! Não fique brava, por favor!]
Ela esperou por um bom tempo, mas Sofia não respondeu.
Quando Isabela terminou de organizar as coisas, veio até ela e disse:
– Ana? Já está pronta? Vamos descer para o café da manhã.
Ainda sem a resposta de Sofia, Ana ficou inquieta. Quando Isabela a chamou mais uma vez, ela respondeu impaciente:
– Já sei, mãe! Você não pode parar de falar? É muito chato, sabia?
Dito isso, ela pegou a mochila com raiva e desceu as escadas.
Isabela observou sem dizer nada, mas a acompanhou.
Porém, ela notou algo peculiar: as roupas de Ana estavam diferentes.
Antes, Isabela sempre escolhia as roupas dela, claro que sempre perguntando a opinião de Ana, garantindo que fosse algo do gosto dela.
Mas desde que Ana foi com Pedro para o País A, seu gosto mudou.
Se dizia que isso aconteceu por influência de Sofia, que a ensinou a praticar escalada e skate.
Sofia não só era excelente nos estudos, mas também tinha muitos hobbies, sendo uma mulher extremamente fascinante e carismática.
Ela sabia praticar skate, escalada e até voo livre.
Ana a adorava, e a influência de Sofia foi tão forte que até seus próprios gostos mudaram.
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Embora Isabela se sentisse um pouco triste por Ana estar tão próxima de Sofia, ela sabia que era uma questão de gosto pessoal, então nunca reclamou.
Na verdade, quando foi comprar novas roupas para Ana recentemente, ela já havia escolhido peças mais alinhadas aos novos gostos da filha.
Porém, mesmo com essas novas roupas, Ana mal as olhou e nunca as usou.
Ela agora usava as roupas que Sofia havia escolhido ela.
para
Ao ver as roupas que Ana estava usando, Isabela quase imediatamente imaginou o que havia acontecido.
Mas não fez nenhuma pergunta.
Ela simplesmente desceu as escadas como se não tivesse notado, com uma expressão natural.
Quando desceram, Amanda e os outros ainda não tinham acordado.
Teresa, por outro lado, já estava acordada.
– Isabela e Ana já acordaram tão cedo?
Isabela sorriu e respondeu:
– Sim, vovó, bem cedo.
Ana, com um humor ruim, resmungou baixinho:
—
Bisavó, bom dia.
Teresa perguntou:
– Ana, você não está bem? O que aconteceu?
—
Ana não respondeu.
Ela não queria falar.
O mordomo, ouvindo Isabela bater na porta do quarto de Ana, comentou:
– Acho que a Ana foi acordada sem estar completamente desperta, por isso está de mau humor.
Teresa ouviu aquilo, deu um sorriso, mas logo perguntou:
– E o Pedro? Ele ainda não acordou?
Isabela manteve a expressão normal e respondeu:
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O Pedro saiu ontem à noite para resolver algumas coisas.
Teresa imediatamente fechou a expressão.
Ela logo entendeu o que havia ocorrido.
Porém, como ainda havia crianças por perto, ela preferiu não repreender Pedro na frente delas e se calou.
Depois do café da manhã, quando estavam se preparando para sair, Ana percebeu que tinha esquecido algo e subiu sozinha para pegar.
Isabela ficou esperando lá embaixo.
Foi quando o celular de Ana vibrou.
Alguém havia enviado uma mensagem para ela.
Isabela viu na notificação que era de “Querida tia Sofia“.
Ela parou por um momento.
Apesar de Ana ser ainda jovem, desde que ela ganhou o celular, Isabela sempre respeitou a privacidade dela.
Nunca tinha bisbilhotado o celular da menina.
Mas ao ver o conteúdo enviado por Sofia, ela hesitou, pegou o celular e o leu rapidamente.
Então, finalmente entendeu o motivo de Ana estar tão irritada com ela logo pela manhã.
Ela rapidamente revisou as mensagens trocadas entre elas e descobriu que Ana sempre mandava uma mensagem de bom dia para Sofia logo cedo.
Elas conversavam todos os dias.
E conversavam por um bom tempo.
Quando ouviu o som do elevador, Isabela fez de conta que não tinha visto nada e colocou o celular de volta no lugar.
Ana pegou o celular, abriu a tela e viu que Sofia finalmente havia respondido à sua mensagem. Sofia até disse que não conseguia ficar brava com ela e que não havia respondido antes porque ainda não havia acordado.
Ao ler a mensagem de Sofia, Ana sorriu imediatamente, cheia de felicidade.
Isabela, que caminhava à frente, se virou ligeiramente e logo percebeu o motivo da alegria de
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Ana.
Ana estava tão imersa na sua felicidade que não percebeu que Isabela havia se virado.
Ao entrarem no carro, Ana se sentou no banco de trás e começou a trocar mensagens com Sofia. De vez em quando, ela olhava discretamente para ver se Isabela estava prestando atenção nela.
Vendo que Isabela estava totalmente focada na estrada à frente, ela se sentiu tranquila.
Porém, a distância até a escola era grande e, após meia hora conversando, Ana e Sofia pararam de falar.
Nesse momento, o ânimo de Ana já estava melhor, e ela começou a conversar animada com Isabela.
– Mamãe, você vai estar livre à tarde?
Isabela não se virou.
– O que foi?
–
Ana, fazendo um charme, respondeu:
– Mamãe, fala logo.
–
– Tem muita coisa para fazer, não vou estar livre à tarde. O que aconteceu?
Ana sorriu com alegria.
Nada demais.
Já que a mamãe não tinha tempo à tarde, isso queria dizer que ela não faria questão de vir buscá -la na escola. Ou seja, depois da aula, Ana poderia ir diretamente encontrar tia Sofia, sem se preocupar em ser descoberta pela mãe. Que alívio!
Chegando na escola, Isabela conversou um pouco com a professora de Ana, e, sob a orientação da professora, seguiu com Ana até a sala de aula.
Quando chegaram à porta da sala, de repente, uma voz doce chamou por Isabela. 2)
–
Isabela!
Isabela se surpreendeu e viu uma figura pequena e delicada correr em direção a ela, se lançando em seu abraço.
Preocupada com a possibilidade de a criança cair, Isabela se abaixou rapidamente para segurá-
- la.
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Quando a criança levantou o rosto, Isabela a reconheceu de imediato.
– Nina?
A pequena que correu até ela era ninguém menos que Nina, a menina da vizinhança que ela havia salvado recentemente de quase ser mordida por um cachorro.
Hum!
Nina estava com dois coques adoráveis, e seu sorriso era doce e encantador, parecendo uma bonequinha, toda meiga e delicada. Isabela, com um impulso natural, suavizou a voz e sorriu, dizendo:
– Nina, você também estuda aqui?
Sim!
Antes que Isabela pudesse continuar a conversa, Nina, ainda nos braços de Isabela, foi empurrada com força por Ana.
Isabela, rapidamente, a abraçou antes que a criança caísse no chão. Preocupada, ela perguntou com carinho:
– Nina, você está bem?
Nina balançou a cabeça negativamente, com os olhos cheios de lágrimas contidas, olhando para Ana, sem entender o motivo de ser empurrada.
–
Como você pode empurrar alguém…?
Ana, ao ver a criança se jogar nos braços de Isabela, demorou um momento para reagir. Inicialmente, ela não percebeu que parecia haver uma certa familiaridade entre as duas. Mas, ao perceber que Isabela ainda estava abraçando Nina, algo estranho e incomodante se instalou
em seu rosto.
Vendo Nina prestes a chorar por ter caído, Ana, com um olhar de desdém, disse, com um tom de deboche:
–
Você é tão fraca, tão feia e repulsiva!
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