11 Pegus atardamen
11- Reaglu instantaneamente.
Está bem, mas o que fará com ela? Ele se referia a Alana
+25 BONUS
Não sei, por enquanto ela me é útil, já estou casado mesmo e para fodos os efeitos ela é minha esposa, como meu pai queria.
De volta a mansão, abriram a porta e Alana salu batendo o pé e entrou diretamente,
fdgard e os homens achou engraçada a atitude dela.
Alana, irritada e inagoada, subiu para o quarto e se jogou na cama, chorou da sua falta de sorte.
Rodrigo a abandonou e ela estava sendo mantida como prisioneira ali por um capricho de um estranho.
Sua família pouco se importava com ela, saiu de casa naquelas condições e até agora ninguém a procurou. “Se tivesse me jogado da ponte um estranho acharia meu corpo, será que eles se importariam?” Ela pensou com
Tristeza.
Edgard a viu chorando e se irritou. Está chorando por causa do seu noivo? Aquele que a abandonou no altar por outra? Ele disse de forma irônica,
O que você sabe? Sala!
E sério? Você quer que eu saía da minha casa? Do meu quarto? Kakaka ele gargalhou.
-Então saio eu! Ela disse se levantando da cama, onde estava deitada de bruços.
Ao passar por Edgard ele segurou seu braço. -Você não tem para onde ir! Ele disse olhando em seus olhos que estavam vermelhos por causa do choro.
Posso me virar!
Oh! Sím pode! Vai dormir na rua ou vai tentar pular de outra ponte?
– O que você sabe? Ela disse tentando tirar o braço das mãos dele. – Me solte!
Edgard a segurou com força e a puxou para si, beijando–a nos lábios.
Alana não esperava por isso e, pega de surpresa, deixou de se debater, seu coração bateu ainda mais acelerado, até que voltou em si e soltou uma mão e tentou acertá–lo com um tapa.
Edgard já previa a reação de Alana, segurou sua mão antes que tocasse seu rosto.
Brava, ela se soltou e desceu as escadas.
“Vai ser divertido ter você aqui, gatinha selvagem“! Ele pensou com um sorriso nos lábios.
Alana saiu porta afora, mas assim que deu dois passos um dos guardas da casa começou segui–la.
Vai me seguir agora? Sou uma prisioneira? Ela disse muito irritada.
Pela janela do andar de cima, Edgard a via brigando com o guarda costas.
O que ele achou engraçado é que na frente do ex–noivo ela não disse nada, não brigou, xingou. “Como deveria ser a relação dela com ele?” Isso o deixou curioso. 1
Alana andou um pouco pelo jardim, mas desistiu e voltou para dentro da mansão. Quando ela ia passando pela sala Edgard estava sentado tomando um vinho a sua espera.
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11–Reagiu instantaneamente.
Já voltou? Ele disse sarcástico.
Você não tem o que fazer? Trabalhar? Ela disse.
Estou em lua de mel, quer dizer com uma noiva tão ranzinza é difícil ter uma lua de mel.
Oras não me amole. Ela disse brava se dirigindo para a escada.
– Onde vai?
Vou para o quarto.
– Para meu quarto você quer dizer.
Ela ao ouvi–lo dizer aquilo, ficou sem reação.
– Tudo bem, posso dormir na sala.
– Achei que queria ir embora?
– Me deixe ir! Ela disse voltando para perto dele.
Um ano. Ele disse.
O que tem um ano? Ela piscava não compreendendo o que ele queria dizer.
– Você tem para onde ir? Ele perguntou.
–
Posso arrumar. Ela garantiu.
+25 BONUS
–
Vai voltar para o Panini?
É claro que não. Disse ela determinada.
Está tão magoada assim?
– Você se diverte me humilhando? Ela disse irritada se virando para sair, mas teve seu braço segurado por ele.
Não costumo chutar cachorro morto.
– Ora você é um bronco! Ela disse batendo na mão dele para que a soltasse.
Ele deixou a taça de vinho vazia na mesa ao lado, e a puxou para si beijando–a novamente
Alana se desequilibrou e teve que se apoiar nas pernas dele para não cair sobre ele.
Que bela imagem! Uma voz masculina soou na sala.
Edgard já sabia de quem se tratava, mas Alana ficou vermelha de vergonha.
– Está de volta pai. Disse Edgard, agindo naturalmente.
“Pai?” Alana pensou se colocando ao lado de Edgard. (1
Não vai me apresentar essa bela dama? Antoni disse, encantado com a beleza da nora.
Ele também nunca pensou que o filho fosse do tipo romântico, por algum motivo ele achou que Edgard o estava enganando.
– Alana, este é meu pai Antoni. Edgard disse apresentando–os. 1
Prazer, como vai o senhor? Alana disse de forma gentil e educada.
11 Nesstarfymerne
Muito bem, e agora muito feliz. Se meu filho te incomoda venha até mim, the deres me po
Alana olhou para Edgard com um olhar triunfante.
Edgard devolveu o olhar como quem diz, não se aproveite, zendo Cuanto temps pretende ficar, men ya?
-Ah, não quero atrapalhar o jovem casal, em breve voltare para Florença, gosto muito de Arezzo, mas precivo
voltar.
O senhor podia passar um tempo conosco. Alana disse.
Meu pai tem coisas a fazer, é muito ocupado.
Edgard disse, pegando gentilmente a mão de Alana que quase a tirou, mas se lembrou que o homem estava ali atento aos dois, ela não queria provocar Edgard. Estava em desvantagem, não tinha para onde ir,
Os três andaram pelo jardim, mais tarde almoçaram juntos
Antoni sabía que Edgard casou–se porque ele exigiu, mas estava feliz que ele parecia se dar bem com sua esposa e esperava, que mesmo que o casamento fosse um acordo, ele acreditava que fora assim, mas que os dois pudessem se apaixonar.
Depois do jantar Antoni ficou na sala conversando com Edgard, enquanto tomavam vinho,
Alana estava sentada no sofá, lendo um livro que havia encontrado na biblioteca da casa, mas não podia deixar de ouvir a conversa dos dois.
Eles falavam de negócios e ela pode conhecer um pouco do que ele fazía.
– Vou me deitar, boa noite. Alana se despediu subindo as escadas.
No quarto, ela tomou um banho e olhando para a arara de roupas que ganhou de Edgard, haviam algumas camisolas, ela tentou escolher a mais séría.
Quando Edgard entrou no quarto, Alana estava sentada se penteando diante do espelho, novamente ele sentiu algo estranho e seu corpo reagiu instantaneamente.
- Virá alias de