16- Edgard provoca Rodrigo.
Michele, havia entrado com um sorriso meigo e agindo de forma frágil.
– Você não voltou ao hospital o que aconteceu? Ela perguntou, tentando parecer tranquila, mas por dentro estava com raiva.
– Estive ocupado com as coisas da empresa. Ele disse.
Michele se aproximou dele e tentou segurar seu braço, enquanto falava docemente:
-Você trabalha muito! Quer que eu faça um café ou traga um vinho?
Não há necessidade, já está um pouco tarde, você saiu há pouco do hospital, devia ir para casa e descansar.
– Estou bem! Fiquei tão entediada naquele quarto de hospital sozinha, que precisava sair para tomar um ar. O que acha de jantarmos fora?
-Não! Hoje não, estou cansado. Vamos! Te deixo em sua casa.
Ela queria sair com ele, mas o fato dele levá–la para casa, já era alguma coisa.
Quando Rodrigo e Michele andavam pela calçada em direção ao carro, Edgard estava saindo de uma joalheria.
Ora se não é o senhor Panini? Que “bella ragazza”, é sua namorada? Noiva talvez? Edgard disse com ironia. Michele não sabia de quem se tratava, notou que era alguém muito importante, pelo terno de corte perfeito e por estar saindo de uma das joalherias mais caras da cidade, além disso ela o achou muito bonito e atraente.
Quando ela estava prestes a responder, Rodrigo respondeu dizendo:
Não! Apenas uma amiga!
Michele o olhou não muito contente, ela ia insinuar que eram namorados, mas Rodrigo descartou qualquer possibilidade quando disse que eram “apenas amigos“.
Ela sentiu um nó crescer em sua garganta que parecia sufoca–la.
Edgard sorriu.
É uma pena, formam um casal muito bonito, o amor é algo mágico, veja eu por exemplo, acabei de comprar este lindo colar para minha esposa, as safiras ficarão perfeitas nela, contrastarão com seus lindos cabelos ruivos.
Rodrigo serrou os punhos, queria socar Edgard, mas estava no meio da rua e bater em um aleijado acabaria com sua reputação, além disso se tratava de um Curioni.
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Michele ficou com inveja da noiva do homem, não sabia quem ele era e muito menos que ele estava se referindo a Alana.
Depois que Edgard saiu, ela disse a Rodrigo que estava com a cara fechada. – É uma pena, coitado tão bonito e naquele estado, imagina que tipo de mulher ele deve ter encontrado.
Depois que entraram no carro, ela percebeu que depois que encontraram Edgard, Rodrigo ficou de mau–humor.
– Quem era aquele homem? Ele parecia ser alguém importante. Ela perguntou.
Não é ninguém.
– Tem certeza? Você ficou incomodado com a presença dele é seu concorrente? Ela o questionou. Vocês se conhecem?
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+25 BORUS
15 Edgard povera Roskida
Sim. Ele respondeu, pois ela continuaria lhe perguntando ele já estava fatto do interrogatório.
A resposta foi insatisfatória, mas ela sabla que ele não quer falar, resolveti deixa–lo.
-E Alana? Você a viu? Estou preocupada com ela, mas sem cito de ligar para ela, por minha causa você não compareceu ao casamento. Ela disse, fingindo culpa para parecer uma boa pessoa.
Michele queria encontrar Alana, para que ela a confrontasse e ela se fazer de vítima, desvirtuando a imagem que todos tinham e Alana, como uma moça amável e gentil.
Alana passou a tarde toda trancada no quarto apenas com uma tolha enrolada ao corpo.
Estava escrevendo em seu diário quando a porta do quarto se abriu, ela correu e escondeu o diário na gaveta.
Em pé, ela segurava firme a toalha, não se sabe se era para que esta não caisse ou por nervosismo.
Edgard apareceu sem camisa secando os cabelos com uma toalha. – Vamos! Ele disse voltando em direção a porta para sair.
Onde? Ela perguntou um pouco ansiosa.
– Colocar uma roupa! Quer ficar assim? Ele perguntou irônico.
Edgard sabia que sua aproximação a deixava nervosa, ele gostava de provoca–la.
Os olhos de Alana a traia toda vez que Edgard aparecia sem camisa, ela se sentia irritada com isso.
Cinco anos de relacionamento com Rodrigo e ela nunca sentiu aquelas sensações que vinha experimentando agora.
Rodrigo a beijava, muitas vezes ele queria fazer amor com ela, mas ela não se sentia pronta. Algo a impedia de se entregar para ele.
– E então? Edgard chamou sua atenção.
Novamente ela estava parada olhando para ele e com o pensamento longe.
– Para que você quer que eu me troque? Ela perguntou, desviando o olhar dele.
– Oras você não quer jantar? Ele perguntou.
–
Traga a comida aqui você fez isso no almoço, não foi? 1
Agora é diferente se não se vestir ficará sem janta.
– Pois não irei! Vou ficar aqui.
Não estou brincando! Ele disse um pouco áspero.
– Também não! Você não manda em mim!
-Ah! Mando sim você quer ver?
–
Vai mandar Luigi me carregar a força novamente? Alana o estava provocando, queria que ele a mandasse embora. Acha que não posso com você? Ele perguntou e se aproximou dela. 1
Ela o encarou.
Com um movimento rápido ele a puxou para seu colo, com o movimento brusco ela precisou soltar a toalha para não cair pesadamente sobre ele.
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16- Edgard provoca Rodriga
Edgard se livrou da toalha a prendendo com seu braço.
-Me solte! Ela disse brava, mas baixo, não queria chamar a atenção dos empregados, ela estava nua nos braços de Edgard o que iriam pensar.
-Você gosta disso? De se exibir?
– Não seja grosseiro! Ela quis dar um tapa nele, mas teve sua mão segurada com força, doeu e ela franziu a testa.
– Não faça isso novamente ou vou te punir! Ele disse entre os dentes.
– Não tenho medo de você! Ela disse tentando tirar a mão presa com a outra.
Edgard acionou a cadeira e arrastou Alana até a cama a empurrou e ela não sabia como, ele como num passe de mágica estava sobre ela. 5
–
Saia ou vou gritar! Ela disse tentando empurra–lo com as mãos espalmadas no peito dele.
O Coração de Alana estava a mil, sua boca estava seca e ela não conseguia gritar.
Quando Alana abriu a boca para gritar Edgard não pensou duas vezes, segurou firme sua nuca e a beijou ferozmente.
Ele sentia as pequenas mãos, quentes, da mulher em seu peito, com a outra mão Edgard acariciava a cintura dela a ajeitando sob ele. 1