17- Edgard estava excitado.
Um calor começou a subir pelo corpo de Alana e ela não estava conseguindo manter sua razão, era uma sensação nunca experimentada antes, era tão excitante, como algo proibido.
Edgard percebeu que a força empregada, por Alana, para afastá–lo, diminuiu e ela estava correspondendo ao seu beijo. 1
Ele deslizou a mão, que estava em sua cintura, até seu bumbum, a ajeitou e instantaneamente ela deixou que ele separasse suas pernas, ele continuava beijando–a, mas estava atento a todos os movimentos dela.
Edgard estava muito excitado, mas era experiente, tinha controle sobre suas emoções e desejos, isso permitia–lhe brincar com ela.
Entre a pernas dela, ele se ajeitou e com o dedo indicador tocou levemente a entrada da intimidade dela, Alana deu um pulo, isso fez com que ele tirasse a mão enquanto observava atentamente o rosto dela, que estava vermelho.
– Você…
– Ah! Um grito de susto veio de fora do quarto.
Edgard se ajeitou para cobrir o corpo de Alana, que se encolheu sob ele, escondendo o rosto sob seu pescoço.
Saia! Ele ordenou com raiva.
Era Anita, uma das empregadas da casa, a mais jovem, sobrinha de Margarida.
Anita, morava no interior e tinha vindo para Arezzo para trabalhar e estudar.
Margarida era irmã de sua mãe e arrumou emprego na casa de Edgard, que a acolheu muito bem.
A garota saiu correndo pelo corredor, ela sentiu seu estômago se contorcer e seus olhos se inundaram.
Ela nutria uma paixão secreta, não tão secreta, por Edgard.
Ela chegou na cozinha aos prantos.
– O que aconteceu? Margarida perguntou, ao ver a sobrinha entrar correndo e chorando.
– Edgard!
–
–
O que tem Edgard, aconteceu alguma coisa? “Madre mia” vou chamar Luigi.
Não! A jovem segurou o braço da tia e continuou falando. Ele está lá com aquela mulher, estava fazendo…
– Fazendo o que? A mulher estava desesperada até que compreendeu. – Você quer dizer que estão fazendo coisas que marido e mulher fazem?
A menina enxugou as lágrimas com os punhos. – Sim! Aquela sem vergonha estava nua para provocá–lo!
Isso não é da sua conta! Ela é mulher dele, ele a escolheu! Vá cuidar do serviço!
Enquanto isso no quarto, Alana estava encolhida ainda sob o corpo grande e pesado de Edgard.
Ele, Edgard, pretendia continuar de onde parou, mas como foram interrompidos, Alana recobrou a razão e o empurrava para que saísse de cima dela.
Vermelhos, por causa dos beijos dele, os lábios de Alana pareciam, ainda mais apetitosos para Edgard.
Os cílios de Alana batiam rápido, mesmo com Edgard longe dela, ela ainda sentia seu coração acelerado.
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17 Edgard estava excitado
Edgard sálu do quarto indo até o seu, la ele pegou um vestido e escolheu a dedo a lingerie para ela.
Sozinha, Alana repassava os momentos vividos agora a pouco, ainda tinha a respiração irregular.
Mesmo estando sem roupa, o calor ainda permanecia. Ela manca viveu nada parecido com Rodrigo.
Tome, se vista. Disse Edgard, retornando com um vestido nas mãos.
O retorno de Edgard a tirou de seus devaneios.
– Vou te esperar no elevador.
-Mas….
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+25 BONUS
Nada de mas! Você vai descer para jantar comigo. Quer que te puna novamente? Dessa vez não pretendo parar.
Alana entendeu o que ele queria dizer, não quis arriscar, se vestiu e caminhou pelo corredor vagarosamente, ele a observava atentamente.
Edgard estava com os olhos fixos em Alana, ela tinha um corpo bem feito, pele muito branca e seus cabelos ruivos ressaltavam seus olhos verdes.
Ela não era uma garota sexy, mas sua beleza era genuína.
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Delicada ela exalava pureza, determinada e inteligente, não era difícil se interessar por ela.
– Vi que resolveu jantar. Ele disse irônico apertando o botão do elevador.
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Ela o olhou revirando os olhos. “Ele é muito abusado“. Pensou ela, entrando e ficando no canto.
Anita saiu chorando da cozinha e foi para seu quarto, ela estava inconformada.
Era ainda uma garota quando chegou na casa para trabalhar ela tinha dezessete anos, agora estava com dezenove.
Ela estava na cozinha quando viu Edgard chegar com Luigi, ele era lindo! Alto pele morena e cabelos negros, quando chegou tinha um semblante altivo e poderoso.
Anita não esperava que Edgard trouxesse uma mulher para casa, que se casasse. Ela estava inconformada.
Edgard e Alana estavam alheios aos sentimentos de Anita, na verdade, Alana nem a conheceu, pois desde que chegou na casa passou quase todo o tempo trancada no andar de cima.
Anita olhou pela janela de seu quarto e viu que escurecia, era hora do jantar, ela correu, colocou seu melhor vestido e saiu correndo para cozinha, gostava de servir o jantar para Edgard. 1
Ela já tinha o servido no almoço, e agora, queria servi–lo novamente.
Eu levo tia. Ela disse pegando a sopeira das mãos de Margarida.
– O que aconteceu? A tia estranhou a súbita mudança de humor da sobrinha, afinal ela havia passado ali chorando, por ter visto Edgar com sua mulher.
–
– Nada, apenas vou ajuda–la, não posso deixar que faça tudo sozinha. Ela disse e seguiu para a sala de jantar.
Alana estava sentada ao lado de Edgard na mesa, ela queria sentar mais longe, mas a mesa estava posta e ela não quis mexer.
Quando Anita entrou na sala e viu Alana ao lado de Edgard, esmoreceu, sem pensar muito, ela foi até eles e quando
ia colocar a sopeira sobre a mesa virou–a no colo de Alana.
-Ah! Alana gritou e levantou rápido, a sopa estava quente.
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+28 BONUS
17- Edgard estava excitado.
Tire o vestido! Edgard saiu de seu lugar com a cadeira para socorrê–la.
Não! Alana disse tentando afastar o tecido quente de sua pele, seus olhos já estavam marejados pela dor.
– Me desculpe, não tive a intenção. Anita dizia, com a sopeira na mão. 612
Edgard pensou rápido, pegou a jarra com água que estava sobre a mesa e jogou a água em Alana, já que ela não queria tirar a roupa.
A água gelada esfriou parte do vestido, mas a pele de Alana ainda queimava.
Tremula e assustada, ela começou a subir as escadas.
Margarida e as outras empregadas ouviram a confusão e correram para ver o que havia acontecido, a sala estava uma bagunça com sopa no chão, Edgard com uma jarra nas mãos e Alana subia as escadas de cabeça baixa.
18 Abra a porta.
+25 BONUS
18- Abra a porta.