24 Alana sofre um acidente
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24- Alana sofre um acidente.
Ela tentava se justificar.
– Você não entende eu era jovem e insegura. Eu nunca deixe de te amar e você também não deixou de me amar que eu sei. O beijo ainda é do mesmo jeito, não é?
–
– Fale por você! Saia ou pedirei para que alguém a tire daqu
Ter Giovana tão perto assim, mexia com todas as emoções de Edgard, as feridas do passado voltavam a sangrar.
Giovana saiu, não estava satisfeita. “Ele ainda me ama, me deseja!”
Saindo do corredor deu de cara com Jácomo.
– O que está fazendo aqui? Ele a questionou desconfiado.
– Estava a sua procura. Ela disse passando o braço no braço dele para voltarem.
Edgard já chegou? Ele perguntou a ela.
– Não sei, não o vi. Ela respondeu e ele não suspeitou de nada.
Quando Giovana saiu, Edgard levou o dedo indicador aos lábios, parecia que os dias não haviam se passado, ela era a mesma, mas Edgard já não era mais o mesmo.
Quando ela o beijou, sua mente ficou confusa, seu corpo reagiu, seu coração disparou, mas havia algo diferente.
Edgard foi até a sala de jantar, muitos da família ainda estavam lá, vendo aquelas pessoas e aquele barulho, sentiu falta de sua casa em Arezzo.
– Partiremos amanhã de manhã. Ele disse a Luigi.
Não íamos ficar dois dias?
– Não há necessidade. Edgard o respondeu de forma despretensiosa.
– É por causa de Giovana? Ele a tinha visto entrando e saindo do quarto de Edgard.
–
Não tem nada a ver com ela. Edgard se preparava para sair de perto dele.
– Talvez por causa de Alana. Luigi, então disse.
–
Edgard o encarou com olhos perigosos. – Você deve estar com pouco trabalho.
– Já estou indo. Luigi entendeu o que ele queria dizer.
De manhã Alana acordou com dor no pescoço, foi até o banheiro, lavou o rosto e ajeitou os cabelos. Precisava ir até o banco e saber quanto ainda restava em sua conta poupança, havia gastado parte do dinheiro com o vestido de noiva e decoração da igreja.
Enquanto caminhava pela calçada, distraída, teve seu braço agarrado.
Onde está indo?
– O quê? Me solte Rodrigo! Alana tentava se soltar.
Ele já te enxotou? Ele disse com desdém.
Me solte! Não te devo satisfação da minha vida. Ela disse brava.
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Ah, deve! Cinco anos, eu te esperei cinco anos e você se casa com um aleijado no dla do nosso casamento?
Quem é você para me cobrar de alguma coisa? Cinco anos ao seu lado enquanto você me trala com minha melhor amigal Alana estava com o coração partido, seus olhos estavam inundados em lágrimas.
– Não seja ridícula, apenas a levei no hospital, quando você se tornou uma pessoa ruim?
Ruim? Você me acha tão tola assim? Quantas vezes você e deixou esperando? O que você fazia em Florença com ela?
Não sei do que está falando. Ele finglu não saber.
– Você sabe, um dos restaurantes mais caros de Florença, o que vocês comemoravam? Enquanto eu estava aqui, vocês estavam lá se divertindo as minhas custas, rindo do quão idiota eu era. Ela disse, dando um tranco no braço, para se soltar dele.
-Eu posso explicar, foi apenas um erro, um momento sem importância para mim.
– Sem importância para você sou eu. Não me procure, esqueça que existo.
– Você não pode jogar tudo para o alto por causa de um erro bobo, sou homem, homens são assim!
– Você é mesmo um idiota. Ela disse, se virando e seguindo em frente.
Volte aqui! Ainda não terminei com você! Ele correu atrás dela a agarrando e beijando a força.
Alana tentava se soltar, o beijo dele a estava sufocando.
Quando ele afrouxou o abraço, ela o empurrou com força e deu–lhe um tapa.
– Como você ousa? Ele a empurrou, Alana se desequilibrou pendendo para a rua, ela tentou se agarrar aos braços dele, mas não conseguiu.
Um carro a atingiu, antes mesmo que ela caísse no chão.
Rodrigo viu o corpo magro de Alana ser arremessado contra o para–brisa e depois rolar caindo no calçamento de pedras.
– Alana? Alana? Rodrigo a chamava, vendo–a desacordada, seus cabelos espalhados pelo chão, os dedos das mãos ralados e pequenos cortes pelo pescoço e rosto dos estilhaços do vidro do carro.
–
Que confusão será aquela? Luigi perguntou ao ver uma pequena multidão em volta de um carro parado a beira da calçada.
Edgard olhou pela janela enquanto Luigi dirigia diminuindo a velocidade ao passar pelo grupo.
Algo familiar lhe chamou a atenção. – Pare! Ele gritou a Luigi.
–
O que? Luigi se assustou.
Pare agora mesmo! Edgard insistiu.
Ele viu cabelos ruivos no chão, ele conseguiu ver por entre as pernas das pessoas.
Luigi achou um lugar seguro e parou, Edgard acionou a cadeira e saiu rápido do carro, era difícil andar com a cadeira no calçamento, ele devia ter ido pela calçada, mas estava com pressa.
-Se afastem. Ele disse com sua voz poderosa.
As pessoas olharam para ele e abriram caminho assim que souberam de quem se tratava.
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24- Alana sofre un acides
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O que
ele temia era verdade, a pessoa no chão não era ninguém menos que Alana.
– O que você fez? Edgard bradou assim que viu Rodrigo ao lado de Alana.
Luigi viu o corpo de Alana jogado ao chão. – Vamos leva–lao hospital. Ele queria pegar o corpo.
– Não! Edgard interviu. – Chamem uma ambulância, se ela fraturou algo…. Ele ia dizer que ela podería ficar como ele, mas não terminou a frase, bom ele nem precisou todos entenderam.
A ambulância chegou pouco tempo depois, Rodrigo aproveitou que Edgard estava com a atenção em Alana e fugiu.
Com Alana ainda desacordada no hospital.
– Vá ver o que aconteceu. Edgard pediu a Luigi..
“O que você estava fazendo na rua?“. Edgard se perguntou
Luigi estava relutante em deixar seu chefe, ele também tinha um certo carisma por Alana, quando a viu a ponto de saltar daquela ponte, mesmo sendo tão jovem, teve pena dela.
Edgard observava Alana, os braços ainda tinham os arranhões da fuga de sua casa, as mãos ainda tinham manchas vermelhas por causa da queimadura e agora pequenos cortes, nas mãos, braços e rosto.
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25- Rodrigo & castigado.